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The Crossing – 1º temporada

Séries, novas séries sempre são bem vindas. Desde criança, mesmo não tendo acesso  a TV por assinatura, eu era fascinado pelo mundo das séries. Antes do Faustão dominar as tardes do domingo na Rede Globo (e isso faz muito tempo) a emissora ocupava esse tempo com algumas séries americanas. E também as outras emissoras investiam mais nesse filão. Hoje as séries são renegadas às madrugadas, mas a internet sempre nos salva.

Uma das séries novas de 2018 que passei a acompanhar é The Crossing. Ela é bem light, mas nos mostra vários temas que são recorrentes em séries que gostamos. Tem viagem no tempo, conspirações sinistras e um pouco de suspense. É clichê? Sim, claro, mas isso pode ser utilizado de uma maneira criativa e nos entregar uma história interessante.

Em The Cossing a história começa quando um grande número de pessoas aparecem trazidas pelo mar em uma pequena cidade americana. As teorias no começo seriam de um navio que afundou ou um avião que caiu no mar, mas a verdade é bem mais surpreendente. Na realidade essas pessoas são refugiados de uma terra devastada por uma grande guerra, mas essa terra são os Estados Unidos de 250 anos no futuro.

Isso mesmo, uma avançada biotecnologia criou seres humanos perfeitos, mais fortes, mais rápidos, mais inteligentes e que são imunes à doenças. Só que essa nova raça achou por bem exterminar os humanos normais e imperfeitos. A única saída para esse pessoal foi apostar em uma máquina do tempo feita com sucada e viajar para o passado onde a raça aprimorada ainda não existe.

No meio dessa confusão temos o xerife Jude Ellis (Steve Zahn), que foi o primeiro a encontrar o pessoal na praia, Reece (Natalie Martinez) uma das humanas aprimoradas que fugiu junto com eles para o passado para proteger a filha adotiva, Emma Ren (Sandrine Holt) que lidera a investigação do Departamento de Segurança e seu chefe Craig Lindauer (Jay Karnes) que sabe muito mais do que diz saber.

Eu gostei da série. Bons personagens, enredo bem amarrado e uma pitadinha de ficção científica para dar o gosto da coisa. No fundo é mais uma série de suspense e ação do que ficção. Você simpatiza com os personagens principais e acaba torcendo por todos eles.

Um ponto bacana na série é a quantidade de episódios. São apenas 11 episódios na primeira temporada. Isso é até normal em algumas séries novas, mas a estrutura da série (uma única história contada em capítulos) me cansa bastante. Por exemplo, nunca consegui acompanhar uma temporada completa de 24 Horas, sempre tive que dar um tempo, pois é muito cansativo.

Infelizmente a ABC, produtora do show, decidiu cancelar a série após o final da primeira temporada. Uma pena. Gostaria de ver mais um pouco da história.

 

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